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  • Foto do escritorVivianne Geber

Missão: Assistência à população ribeirinha

Ouvi uma pessoa reclamar noutro dia sobre o fato de as Forças Armadas serem empregadas em atividades assistenciais.

Nada melhor do que falar sobre as ASSHOP da Marinha para esclarecer esse assunto.

A sigla refere-se às operações de assistência médica, odontológica e de orientação sanitária que são realizadas há mais de 40 anos pelos Navios de Assistência Hospitalar, junto às populações ribeirinhas e indígenas da Amazônia – Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia e Roraima. Eles são conhecidos como “Navios da Esperança”, por levarem algum amparo aos que vivem nas comunidades carentes daquela região, em lugares que, às vezes, somente os navios da Marinha alcançam.

E não é apenas o que eles fazem — como se isso fosse pouco.

por Marinha do Brasil (imagem da internet)

Além dos médicos e dentistas, há uma equipe especializada que legaliza as embarcações dos ribeirinhos e os habilita para uma navegação segura, ensinando os cuidados que devem ser tomados ao navegar.

Portanto, a presença da Marinha na região já estaria justificada — afinal, essa é a função da Autoridade Marítima.

Só que tem mais.

Você sabe o que é ONG, não sabe? As famosas Organizações Não Governamentais? E você sabe que existem várias delas — estrangeiras — plantadas nos lugares mais remotos e estratégicos do País.

Então, some dois mais dois.

A tarefa da Marinha na região Amazônia é sim prestar assistência médica e sanitária e prover a segurança da navegação aquaviária, mas também contribui para afastar possíveis influências dessas ONGs na região que corresponde a 48% do território.

É ou não é Defesa Nacional?


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2 Comments


israel.vitorino22
Jun 09, 2018

Nunca havia olhado para ONGS nas áreas citadas com esse olhar mais crítico, dotado do espírito de Defesa Nacional.

Em se tratando de Brasil como um todo, bem como das localidades citadas a presença da Marinha vai além da caridade e mera fiscalização!

Parabéns e obrigado pelo texto.

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fcmm2004
May 17, 2018

É um trabalho continuo, indo a lugares e atendendo populações onde o Estado não se faz presente. E, principalmente, se não for feito alguma ONG "despretensiosa" irá fazê-lo.

Quase ninguém sabe desse trabalho. Infelizmente a Marinha não divulga corretamente esse trabalho que é feito com o coração (se alguns dos leitores conversar com alguém que fez uma ASSHOP verá que eu não estou exagerando).


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